Translate

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Epidemia


Obama diz que ações internacionais contra ebola são insuficientes

Em reunião da ONU, americano disse que países devem se comprometer em enviar mais trabalhadores e equipamentos às regiões afetadas pela epidemia

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, durante reunião da ONU que discutiu a atual epidemia de ebola da África Ocidental
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, durante reunião da ONU que discutiu a atual epidemia de ebola da África Ocidental (Andrew Burton/AFP)
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, classificou como insuficiente a resposta internacional para combater a epidemia de ebola na África. Durante reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta quinta-feira, Obama ainda disse que a doença pode matar dezenas de milhares de pessoas se instituições e países não se comprometerem rapidamente a enviar mais recursos para combater o problema. "Ainda existe uma diferença significativa entre o que temos agora e o que precisamos para combater o ebola", afirmou.

Para o americano, outros países precisam contribuir com mais trabalhadores de saúde, equipamentos e assistência com transporte aéreo. Na semana passada, os Estados Unidos anunciaram que vão intensificar seus esforços para combater o ebola, enviando cerca de 3.000 soldados para a África Ocidental para coordenar a ajuda internacional, construir centros de tratamento e treinar profissionais de saúde.
O número de casos de ebola confirmados até 21 de setembro é de 6 263, incluindo 2 917 mortes, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Guiné, Libéria e Serra Leoa são os países mais afetados. No entanto, a agência alerta que o número de casos pode crescer exponencialmente, com mais de 20 000 infectados até o começo de novembro, se novas medidas não forem adotadas para conter o vírus. 
Na pior das hipóteses, desenhada pelo Centro para o Controle de Doenças e Prevenção dos Estados Unidos, entre 550.000 a 1,4 milhões de pessoas podem ser infectadas até o meio de janeiro na Libéria e em Serra Leoa.

Nenhum comentário:

Postar um comentário