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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Minas Gerais

Cento e vinte e cinco quilos de dinamite são usados na operação, que dura apenas 3 segundos

Vista do Viaduto Batalha dos Guararapes, na Avenida Pedro I, em Belo Horizonte (MG)
Vista do Viaduto Batalha dos Guararapes, na Avenida Pedro I, em Belo Horizonte (MG) (Flávio Tavares/Hoje em Dia/Futura Press)
Foi implodida na manhã deste domingo a alça norte do Viaduto Batalha dos Guararapes, na região da Pampulha, em Belo Horizonte. A estrutura estava interditada desde julho passado, quando outra alça do viaduto desabou sobre a Avenida Pedro I, matando duas pessoas e deixando 23 feridos. A implosão ocorreu às 9 horas e demorou apenas três segundos para ser concluída.
A obra, iniciada em 2011, fazia parte dos projetos de mobilidade para a Copa do Mundo na capital mineira e deveria ter ficado pronta antes do Mundial. A previsão era de que o projeto (BRT Antônio Carlos/Pedro I) demandasse investimento de 713,5 milhões de reais, custeados principalmente com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal. A parte na qual o viaduto caiu em julho passado fazia parte da segunda meta da obra, orçada em 460 milhões de reais.
A implosão chegou a ser embargada na semana passada pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Minas Gerais (SRTE/MG), em função do risco de acidente de trabalho, mas foi liberada na sequência. Alguns moradores da região tiveram de deixar suas casas por razões de segurança. A Cowan, empresa responsável pela operação, previa a utilização de 125 quilos de dinamite na operação de implosão. A previsão é que o processo de limpeza do entorno e remoção de escombros possa demorar até dez dias.

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